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Sobre pasolini e as cinzas de gramsci

  • Foto do escritor: Alexandre Pilati
    Alexandre Pilati
  • 17 de jun. de 2025
  • 1 min de leitura

Compartilho o registro de um depoimento em evento de comemoração aos 100 anos de Pasolini, em que falo um pouco da história das minhas pesquisas sobre a obra do poeta e cineasta italiano.

.... Apesar de ter lido Dante, Bocaccio, Quasimodo, Montale, Saciascia, Fortini, Sereni, Pavese, além de alguns outros contemporâneos, Pasolini é o único autor italiano a quem dediquei estudos mais sistemáticos, seja relativamente à sua poesia e seja em relação à fortuna crítica que se ocupa de sua obra. O texto poético italiano que mais “enfrentei”, portanto, é exatamente esse conjunto de 11 poemetos, que têm para mim um interesse fundamental: a maneira como o problema da poesia política (empenhada?) se coloca nos termos do desejo do poeta de desenvolvimento de uma certa linguagem. Seja como pesquisador, seja como poeta, essa dimensão sempre me inquietou, tornando-se minha chave de acesso preferencial às Cinzas de Gramsci. Podemos resumir, então, em duas palavras o meu olhar sobre a personalidade de Pasolini: poesia e política. Como a política acontece em sua poesia? Como a sua postura política depende de uma certa poesia? É sob essa ótica que tentarei abordar os três temas que foram propostos para guiar a conversa de hoje sobre Pasolini traduzido no Brasil: - a minha relação (intelectual e humana) com o poeta e intelectual italiano; - os desafios enfrentados na tradução; - a relação (já existente e também a possível) da obra de Pasolini com o contexto político e cultural brasileiro.


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